sexta-feira, 23 de dezembro de 2011


Hei, me diga: Cadê? Vá, me fala logo, por onde perambula aquele sorrisinho que deixavas escapar? Ô pequeno, guia-me por onde tuas risadas ainda ecoam, porque agora, só resta o vazio do teu silêncio. Vazio? Não, acabei por me enganar, teu silêncio é lotado de palavras, sentimentos, de gargalhadas. 
Garotinho, explica vai, tenta explicar por qual motivo teus olhos não brilham mais como antes, porque perdeste a fé na vida? Por que desconfias tanto de ti mesmo? Tens todas as respostas, ou não. Mas tua gargalhada, menino, ilumina os caminhos de tanta gente. Inclusive o meu e o seu mesmo. Não chores tanto assim, cadê tua força? Ah! Toma uma ducha bem gelada, desperta desse teu sono carregado de pesadelos, ‘tira essas palavras vis de tua consciência, tua candura é o mais belo quadro que já pude ver.
Vih C.

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