Poderia iniciar dizendo sobre minhas paixões, gostos… Poderia citar minhas tristezas e te fazer perceber minha revolta com a vida, com tudo. Mas, então, decidi ser leve, que nem a brisa, que nem o aroma que exala daquelas flores de dias de verão. Determinei que eu fosse feliz! Tenho motivos para tal. Seria um grande desperdício de lágrimas me importar com a conhecida - e comentada - sociedade. Ah, mas já apontam, falam demais sobre a tal… Mas não percebem: a mesma não se importa com os julgamentos feitos á ela, na verdade nem vê. Então, decidi ser brilho, decidi ser luz. Sem “ligar” para ela também. As pessoas não se importam muito com minhas caladas noites que passo acordada relembrando das palavras lançadas á mim, e se é assim: vou ser feliz! Não devo nada á ninguém! Devo á mim felicidade! E vou pagar minha divida, vou ser alegre e esbanjar essa felicidade em cada canto que for, pois um sorriso sincero faz bem, seja quem for. Sorrir faz bem para o mendigo jogado, para a adolescente cheia de hormônios, para o político safado, para o adulto cansado, para o idoso vivido! Faz bem, e farei bem! Que venha a alegria!
Vih C.
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